O idoso e o mercado de trabalho

Ao entrar na terceira idade, os idosos passam a ser discriminados no âmbito social, e principalmente no mercado de trabalho. E isso deveria ser diferente, pois eles podem contribuir com suas experiências diversificadas e adquiridas em anos de vivência e de trabalho. Os indivíduos pertencentes a essa classe ainda são capazes de exercer atividades profissionais, apresentando capacidade física e intelectual, somadas aos seus conhecimentos e experiências acumuladas. E eles sabem disso! Por isso, eles estão, cada vez mais, buscando especializações e se atualizando de acordo com as exigências do mercado.

Diante do envelhecimento da população brasileira e da baixa qualificação dos jovens, as empresas estão mostrando bastante interesse na contratação de pessoas com idade superior a 65 anos. E, conscientes disso, os idosos buscam preencher os requisitos para preencher essas vagas. Com a situação econômica favorável do Brasil, muitas organizações trazem novos projetos para o país e as áreas técnicas como engenharia, de finanças e comercial estão voltadas para esse público, pois, segundo as empresas, profissionais aposentados e com muitos anos de experiência dominam perfeitamente os campos de atuação e trazem resultados imediatos a corporação.

Além das qualificações técnicas, em cargos de alto escalão, a fluência em pelo menos um idioma e formação acadêmica se fazem necessários. Os idosos buscam evidenciar suas habilidades interpessoais, competência múltiplas e principalmente seu foco nos resultados e objetivos da empresa em que trabalham. Aqueles que não estão inseridos no mercado de trabalho e desejam fazer parte do mesmo, devem procurar se qualificar na área de interesse. As opções são infinitas e dependem do campo de atuação de cada idoso, porém cursos de língua estrangeira, informática, programas de computador e cursos superiores são fundamentais. O idoso precisa estrar em constante atualização de suas habilidades.

O bom profissional, então, deve continuamente aperfeiçoar-se, por meio de esforço, de busca de superação de limites e de capacidade de avançar. O importante é que a sociedade incentive o idoso a buscar qualificações, para o bem do crescimento de todas as partes, promovendo uma integração social a essa classe que há muito tempo vem sendo discriminada. E para terminar, é preciso que se entenda que o idoso deve ter a opção. Deve poder escolher entre continuar trabalhando ou parar de trabalhar. É preciso pensar no idoso enquanto sujeito ativo que se inclui de forma ajustada na sociedade em que vive, algo que inclusive, consta no estatuto do idoso!

Promovemos dois cursos neste site, o primeiro é o Saúde na Melhor Idade, cuja o acesso você encontra aqui. E, além deste, há o curso Idosos na Família, onde o acesso poderá ser feito por este canal. Ambos são imperdíveis. Não deixe de conferir!

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